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Expressões do Grito dos/as Excluídos/as 2017

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                EXPRESSÕES DO 23º GRITO DOS/AS EXCLUÍDOS/AS 2017

 

“Queremos uma mudança, uma mudança real, uma mudança de estruturas.

Este sistema é insuportável: não o suportam os camponeses, não o suportam os trabalhadores, não o suportam as comunidades, não o suportam os povos.... E nem sequer o suporta a Terra, a irmã Mãe Terra”. (Papa Francisco)

          

  Por direitos e democracia, a luta é todo dia! Este foi um dos gritos que ecoou e animou centenas de manifestações populares durante o 23º Grito dos/as Excluídos/as, por ocasião da semana da Pátria, e mais especificamente do dia 07 de Setembro, em todo o Brasil, 23 Estados e o Distrito Federal, cidades de pequeno, médio e grande porte, pequenas comunidades e dioceses, viram milhares de pessoas com faixas, cartazes, bandeiras entoarem seus gritos contra as reformas trabalhista e da previdência, contra a corrupção e a impunidade; denunciarem os assassinatos de lideranças populares nas cidades e nos campos, a violência contra a mulher, o assassinato da juventude, sobretudo dos negros; assassinatos de moradores de rua etc.

Os diversos gritos também denunciaram o assalto ao patrimônio público que governos (Federal, Estaduais e Municipais) e empresas privadas vêm fazendo, enquanto o povo é cada vez mais oprimido com o desemprego, falta de moradia, de transporte público, migrações forçadas, sucateamento de escolas e hospitais, privatizações de empresas estatais, e até mesmo de cidades inteiras como é o caso de São Paulo, posta à venda pelo, sem escrúpulos, prefeito João Dória. Denunciou a revogação da demarcação da Terra Indígena Guarani no Jaraguá, aldeia urbana, localizada a 27 quilômetros do centro da cidade de São Paulo, onde vivem 700 pessoas que lutam para a não redução de suas terras.

O Grito denunciou a intolerância, o debate democrático que perdeu para o ódio. Em Porto Alegre-RS, Mossoró-RN, Petrolina, Garanhuns-PE e Montes Claros-MG, entre outras, integrantes dos governos locais colocaram a força policial contra os participantes do Grito, para impedir o direito de manifestação das pessoas. As reações desses governos reforçam a acertada constatação dos movimentos populares de que a democracia e a participação popular não são prioridades do Estado, e que todas as lutas contra o capital são importantes.  

            Os diversos movimentos populares reivindicam o direito de participar das decisões política, social e econômica para o país, tendo como objetivo a construção de um novo projeto de sociedade onde a dignidade da vida esteja em primeiro lugar e o meio ambiente seja respeitado e preservado. É urgente recuperar a dignidade das pessoas para que sejam portadoras de esperança e sujeitos de mudanças. O lugar privilegiado da democracia é a rua, é a praça, onde a luta social acontece, articulada em prol dos direitos dos povos e sua soberania. Afinal, “Por Direitos e Democracia, a luta é todo dia”.  A sociedade precisa deixar de ser plateia e participar para forçar as mudanças de baixo para cima.

 

Secretaria Nacional do Grito

 

 

 
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